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Projetos.

Articulação em Rede para Fortalecimento de Controle Social

2018-atual
Descrição: Assim, utilizaremos táticas de comunicação em ação direta e contando com páginas virtuais para dar visibilidade às ações que são potencializadas por dinâmicas de Educomunicação com duplo viés: produção de materiais pela comunidade e/ou a partir de material e informações por ela fornecidos que lhes dão visibilidade e aumento na potência para advocacy. Aqui os materiais produzidos têm um componente pedagógico que instrumentaliza a comunidade na perspectiva do problema a ser enfrentado e lhes serve de memória para fortalecimento identitário. O eixo de Educomunicação (Educação+ Comunicação) é resultado de pesquisas aplicadas em nível de pós-graduação e extensão em universidades em todo o país. Utilizará também dos princípios da educação ambiental popular para construir núcleo de resistência aos empreendimentos hidroelétricos por meio de diálogos e formações que serão base para elaboração da minuta de lei para proteção dos corredores bioculturais.
Financiamento: Both Ends.

 

Justiça Climática

2016-atual

Esse projeto propõe a formação de um coletivo educador e pesquisador entre universidades e entidades não governamentais, tendo o Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA) na coordenação e mais 5 instituições parceiras – o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), que agrega a educação básica e o ensino superior em sua estrutura, a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), a Universidade de São Paulo (USP) no campus em Piracicaba, especificamente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e o Centro de Controle e Monitoramento de Acidentes e Desastres Naturais (CEMADEN). Por meio de diálogos permanentes, este coletivo quer fortalecer as políticas públicas pela pesquisa, pela formação e pela comunicação. No tocante à pesquisa, 5 linhas temáticas compõem a proposição investigativa: JUSTIÇA CLIMÁTICA; CULTURA; FORMAÇÃO; COMUNICAÇÃO; POLÍTICAS PÚBLICAS. As 3 dimensões juntas buscam fortalecer as políticas públicas em justiça climática e educação ambiental, em constante processo de fórum de discussão, construindo táticas educativas que possam enfrentar os efeitos drásticos da mudança climática, defendendo os direitos humanos e da Terra à construção de sociedades sustentáveis.” (GPEA, 2015).
Financiamento: FAPEMAT

Vídeo sobre o projeto:

 

 

Escolas Sustentáveis no Quilombo de Mata Cavalo

2015-atual

“Geralmente, as pesquisas no campo das mudanças climáticas têm orientações de “Resiliência, Adaptação e Mitigação (RAM)”, e que são importantes no marco das estratégias de sobrevivência. Contudo, aqueles grupos sociais mais vulneráveis às injustiças climáticas não são os causadores da mudança e as RAM acabam se configurando como orientações INSTITUÍDAS focadas na defesa. A premissa da pesquisa-ação é a de que o debate sobre justiça climática poderá gerar táticas que possibilitem incidir na formulação e implantação de políticas públicas e pedagogias de existência, por meio de uma resistência que consiga evidenciar o vigor político de uma educação ambiental INSTITUINTE.” (GPEA e IC).

Financiamento: WWF Brasil.

Artigos sobre o projeto:

http:////periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corixo/article/view/6470

http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/corixo/article/download/6470/4216

Vídeo sobre o projeto:

 

FORMAD

2012-atual

Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad)
Rede com mais de 25 anos de existência atuando em campos e temas diversos no estado de Mato Grosso. Tem como principal missão a garantia de participação democrática e justiça social. Se constitui, portanto, como espaço de construção de controle social a partir do monitoramento de políticas públicas no campo socioambiental.
Financiamento: Misereor mantém o fórum, por isso não demanda recurso.

 

 

Mapeamento Social das Identidades e Territórios de Mato Grosso

2008-atual
Este projeto, coordenado pelo GPEA, propõe a construção de um mapeamento dos diversos grupos sociais mato-grossenses no sentido de desvelar suas identidades e seus territórios. A meta será compreender as identidades destes grupos, as relações com o ambiente que os cerca, as vulnerabilidades, os conflitos e os processos de injustiças ambientais existentes em seus territórios. Aliado a estes dados, buscaremos compreender os processos de organizações participativas e as táticas encontradas por estas minorias para a participação nas políticas públicas e no controle social.

Site do projeto: http://mapasocialmt.org.br/

Artigos sobre o projeto:

http://www.periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/educacaopublica/article/viewFile/2105/pdf_1

http://http://periodicoscientificos.ufmt.br/ojs/index.php/educacaopublica/article/view/2105

 

Processo Formativo para Re-existência

2017-2018
Este projeto teve como principais objetivos o exercício de controle social sobre projetos hidrelétricos ao criar espaços de discussão e enfrentamento a megaprojetos que impactam diretamente a vida das comunidades ribeirinhas,pescadores, indígenas e, sobremaneira, agricultores familiares. Os empreendimentos hidrelétricos sejam eles de baixo, médio ou alto impacto, têm sido causadores de uma série de problemas nas regiões e municípios onde se instalam. Primeiro em função da atração de um número alto de empregados, ou seja, pessoas do gênero masculino, sem formação adequada para lidar com a realidade local, notadamente no que diz respeito às etnias indígenas e populações rurais.
Financiamento: Fundo Socioambiental Casa.

Estudos de Educação Ambiental e Educação Popular

2017-2017
O Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA-UFMT), em parceria com a UFMT e o Instituto Caracol propõe uma prática progressista, favorecendo o diálogo de saberes para concreção da Educação Ambiental Popular. Nasce com a intenção de evidenciar as interfaces dos princípios e dos campos de atuação da Educação Ambiental e Educação Popular. Embasadas/os na pedagogia de Paulo Freire e na Educação Ambiental fenomenológica, propomos estudos e diálogos nessas áreas do conhecimento com o intuito de fortalecer o debate sobre Educação Ambiental Popular. O curso, aberto para comunidade acadêmica e não ¬acadêmica, contou com horária total de 40 horas e encontros semanais (círculos de cultura).

 

Mapeamento dos Povos do Cerrado e Pantanal

2016-2018

 

 

Processo Formativo: Mapa Cultural, Escola e Currículo

2016-2018

O Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA-UFMT), em parceria com  o Instituto Caracol, dando continuidade ao processo formativo em Escolas Sustentáveis no Quilombo de Mata Cavalo (2015) e em conformidade com o conceito da construção de espaços educadores sustentáveis, realizou mais uma etapa de formação, com diálogos, oficinas e aprendizagens na Escola Estadual Tereza Conceição de Arruda. Compreendendo os antigos e decorrentes problemas de vulnerabilidade social e racismo ambiental do quilombo de Mata Cavalo, propõe a visibilidade e o registro da cultura quilombola, com diálogos e oficinas que levantarão temáticas como escola, currículo e cultura quilombola, fazendo um levantamento dos pontos históricos e manifestações culturais mais significativas em Mata Cavalo, bem como a melhor contextualização do currículo quilombola dentro e fora do ambiente escolar.

 

Rearticulação do Grupo de Trabalho de Mobilização Social

2015-2016
Este projeto teve como finalidade intervir na nova proposta do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico de Mato Grosso em seu aspecto técnico e político. Durante as discussões do zoneamento percebemos o quanto estão articulados e mobilizados os setores política e economicamente fortalecidos e o quão danoso pode ser para a sobrevivência de grupos sociais e dos biomas que compõe a ecologia deste estado caso as propostas do setor se tornem novamente relevantes e alcancem êxito.
Financiamento: Fundo Socioambiental Casa.

 

Identidades e Territórios: caminhos para uma cartografia socioambiental

Este projeto visa construir uma cartografia socioambiental duas comunidades mato-grossenses: Mata Cavalo e São Pedro de Joselândia e uma terceira comunidade Cidade Velha situada no país de Cabo Verde. Um fio tece ligação entre as três comunidades que precisa ser destacado, os movimentos de re-existência e conflitos vivenciados por falta ou defesa de um elemento vital: a água. Propomo-nos nesse projeto construir coletivamente a cartografia socioambiental ancorada nas identidades construídas nos territórios. Acreditamos que teremos como fruto desta cartografia um prognóstico dos principais impactos ambientais e sociais, evidenciando os atores envolvidos e os conflitos vividos pelas comunidades pesquisadas. Por meio da interpretação fenomenológica destes cenários iniciais, a meta investigativa será compreender as relações destas comunidades com o ambiente que os cerca, as vulnerabilidades socioambientais e os processos de injustiças ambientais existentes nos territórios. Aliado a estes dados, buscaremos compreender os processos de organizações participativas e as táticas encontradas por estas minorias para a participação nas políticas públicas e no controle social.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

 

Mapeamento das Mitologias Indígenas de Mato Grosso

Este projeto reuniu diversas etnias indígenas, para conjuntamente elaborarmos o Mapa das Mitologias Indígenas de MT. Temos o objetivo de mapear as mitologias indígenas para iniciar o debate sobre a espiritualidade enquanto componente fundamental que deve ser incorporado às políticas públicas. Posteriormente, buscamos também dar visibilidade a esse mapeamento em publicações de ampliação dos debates na busca do reconhecimento destes saberes tão vastos e importantes, valorizando a cultura indígenas para a melhoria de suas condições de vida e continuidade da sustentabilidade dos seus territórios.
Financiamento: apoio Opan.

Rearticulação do Grupo de Trabalho de Mobilização Social

Este projeto teve como principal objetivo intervir na nova proposta do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico de Mato Grosso e para isso buscou rearticular o conjunto de ONGs de setores diversos para participar com qualidade e construir táticas de luta para o enfrentamento dentro da Comissão Estadual do ZSEE/MT.
Financiamento: Fundo Socioambiental Casa.

 

Avaliação Ecossistêmica do Milênio

Projeto internacional coordenado pelo GPEA, em rede de parceria com a ONU, sobre a Avaliação Ecossistêmica do Milênio. No âmbito local, tem parceria com o Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP) e diversas outras instituições.

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