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Projetos

Escolas Sustentáveis no Quilombo de Mata Cavalo
“Geralmente, as pesquisas no campo das mudanças climáticas têm orientações de “Resiliência, Adaptação e Mitigação (RAM)”, e que são importantes no marco das estratégias de sobrevivência. Contudo, aqueles grupos sociais mais vulneráveis às injustiças climáticas não são os causadores da mudança e as RAM acabam se configurando como orientações INSTITUÍDAS focadas na defesa. A premissa da pesquisa-ação é a de que o debate sobre justiça climática poderá gerar táticas que possibilitem incidir na formulação e implantação de políticas públicas e pedagogias de existência, por meio de uma resistência que consiga evidenciar o vigor político de uma educação ambiental INSTITUINTE.” (GPEA e IC).
Financiamento: WWF Brasil.

Justiça Climática
Esse projeto propõe a formação de um coletivo educador e pesquisador entre universidades e entidades não governamentais, tendo o Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA) na coordenação e mais 5 instituições parceiras – o Instituto Federal de Mato Grosso (IFMT), que agrega a educação básica e o ensino superior em sua estrutura, a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), a Universidade de São Paulo (USP) no campus em Piracicaba, especificamente pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ) e o Centro de Controle e Monitoramento de Acidentes e Desastres Naturais (CEMADEN). Por meio de diálogos permanentes, este coletivo quer fortalecer as políticas públicas pela pesquisa, pela formação e pela comunicação. No tocante à pesquisa, 5 linhas temáticas compõem a proposição investigativa: JUSTIÇA CLIMÁTICA; CULTURA; FORMAÇÃO; COMUNICAÇÃO; POLÍTICAS PÚBLICAS. As 3 dimensões juntas buscam fortalecer as políticas públicas em justiça climática e educação ambiental, em constante processo de fórum de discussão, construindo táticas educativas que possam enfrentar os efeitos drásticos da mudança climática, defendendo os direitos humanos e da Terra à construção de sociedades sustentáveis.” (GPEA, 2015).
Financiamento: FAPEMAT

Estudos de Educação Ambiental e Educação Popular
O Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA-UFMT), em parceria com a UFMT e o Instituto Caracol propõe uma prática progressista, favorecendo o diálogo de saberes para concreção da Educação Ambiental Popular. Nasce com a intenção de evidenciar as interfaces dos princípios e dos campos de atuação da Educação Ambiental e Educação Popular. Embasadas/os na pedagogia de Paulo Freire e na Educação Ambiental fenomenológica, propomos estudos e diálogos nessas áreas do conhecimento com o intuito de fortalecer o debate sobre Educação Ambiental Popular. O curso, aberto para comunidade acadêmica e não ¬acadêmica, contou com horária total de 40 horas e encontros semanais (círculos de cultura).

Processo Formativo: Mapa Cultural, Escola e Currículo
O Grupo Pesquisador em Educação Ambiental, Comunicação e Arte (GPEA-UFMT), em parceria com a UFMT e o Instituto Caracol, dando continuidade ao processo formativo em Escolas Sustentáveis no Quilombo de Mata Cavalo (2015) e em conformidade com o conceito da construção de espaços educadores sustentáveis, propõe mais uma etapa de formação, com diálogos, oficinas e aprendizagens na Escola Estadual Tereza Conceição de Arruda. Compreendendo os antigos e decorrentes problemas de vulnerabilidade social e racismo ambiental do quilombo de Mata Cavalo, propõe a visibilidade e o registro da cultura quilombola, com diálogos e oficinas que levantarão temáticas como escola, currículo e cultura quilombola, fazendo um levantamento dos pontos históricos e manifestações culturais mais significativas em Mata Cavalo, bem como a melhor contextualização do currículo quilombola dentro e fora do ambiente escolar.

REAJA (aguardando texto)
Curso de Mulheres (aguardando texto)
Mapeamento dos povos do Cerrado e Pantanal (aguardando texto)

Mapeamento social das identidades e territórios de Mato Grosso
Este projeto propõe a construção de um mapeamento dos diversos grupos sociais mato-grossenses no sentido de desvelar suas identidades e seus territórios. A meta será compreender as identidades destes grupos, as relações com o ambiente que os cerca, as vulnerabilidades, os conflitos e os processos de injustiças ambientais existentes em seus territórios. Aliado a estes dados, buscaremos compreender os processos de organizações participativas e as táticas encontradas por estas minorias para a participação nas políticas públicas e no controle social.
Financiamento: Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso.

Identidades e Territórios: caminhos para uma cartografia socioambiental
Este projeto visa construir uma cartografia socioambiental duas comunidades mato-grossenses: Mata Cavalo e São Pedro de Joselândia e uma terceira comunidade Cidade Velha situada no país de Cabo Verde. Um fio tece ligação entre as três comunidades que precisa ser destacado, os movimentos de re-existência e conflitos vivenciados por falta ou defesa de um elemento vital: a água. Propomo-nos nesse projeto construir coletivamente a cartografia socioambiental ancorada nas identidades construídas nos territórios. Acreditamos que teremos como fruto desta cartografia um prognóstico dos principais impactos ambientais e sociais, evidenciando os atores envolvidos e os conflitos vividos pelas comunidades pesquisadas. Por meio da interpretação fenomenológica destes cenários iniciais, a meta investigativa será compreender as relações destas comunidades com o ambiente que os cerca, as vulnerabilidades socioambientais e os processos de injustiças ambientais existentes nos territórios. Aliado a estes dados, buscaremos compreender os processos de organizações participativas e as táticas encontradas por estas minorias para a participação nas políticas públicas e no controle social.
Financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

Mapeamento das Mitologias Indígenas de Mato Grosso
Este projeto reuniu diversas etnias indígenas, para conjuntamente elaborarmos o Mapa das Mitologias Indígenas de MT. Temos o objetivo de mapear as mitologias indígenas para iniciar o debate sobre a espiritualidade enquanto componente fundamental que deve ser incorporado às políticas públicas. Posteriormente, buscamos também dar visibilidade a esse mapeamento em publicações de ampliação dos debates na busca do reconhecimento destes saberes tão vastos e importantes, valorizando a cultura indígenas para a melhoria de suas condições de vida e continuidade da sustentabilidade dos seus territórios.
Financiamento: apoio Opan.

Rearticulação do Grupo de Trabalho de Mobilização Social
Este projeto teve como principal objetivo intervir na nova proposta do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico de Mato Grosso e para isso buscou rearticular o conjunto de ONGs de setores diversos para participar com qualidade e construir táticas de luta para o enfrentamento dentro da Comissão Estadual do ZSEE/MT.
Financiamento: Fundo Socioambiental Casa.

Avaliação Ecossistêmica do Milênio
Projeto internacional coordenado pelo GPEA, em rede de parceria com a ONU, sobre a Avaliação Ecossistêmica do Milênio. No âmbito local, tem parceria com o Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP) e diversas outras instituições.

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